A doença arterial periférica, ou DAP, ocorre quando se observa uma diminuição do fluxo de sangue nas artérias.

Essa situação ocorre em função do fechamento dos vasos sanguíneos, afetando geralmente as pernas e os pés.

Os sinais e sintomas apresentados pela DAP são os seguintes:

  • câimbras,
  • dor,
  • dificuldades para andar,
  • úlceras,
  • palidez nos pés,
  • necrose do membro afetado.

Um estudo realizado por especialistas, na região sul do estado de Minas Gerais, mostrou que os portadores da DAP possuem uma redução significativa na qualidade de vida, pois são incapazes de realizar algumas atividades do dia a dia.

Neste post, vou falar sobre a doença arterial periférica, como diagnosticá-la e preveni-la. Continue lendo e saiba mais sobre esse importante assunto!

O que é doença arterial periférica?

A doença arterial periférica, como já mencionado, é observada a partir da obstrução das artérias das pernas, diminuindo o fluxo do sangue e apresentando sintomas e sinais de isquemia.

A aterosclerose, que é uma inflamação causada pela formação de placas de gordura, cálcio e outros elementos nas paredes das artérias, é responsável por cerca de 90% dos casos da DAP.

Os problemas, normalmente, aparecem em pessoas que apresentam os seguintes fatores de risco:

  • tabagismo,
  • hipertensão,
  • histórico familiar de doença cardíaca ou vascular,
  • diabetes não controlada,
  • colesterol ou triglicerídeos,
  • idade (os riscos aumentam para os que possuem mais de 50 anos),
  • sedentarismo.

Como essa doença é diagnosticada?

A doença arterial periférica é diagnosticada através de sinais que se apresentam conforme o estágio em que se encontra a enfermidade.

A primeira fase se caracteriza pela não apresentação de comunicação, ou seja, ela é assintomática.

Com o seu desenvolvimento, o doente sente dores musculares nas pernas quando caminha, aliviadas em repouso.

Na fase mais avançada, o paciente sente dormência e dor intensa nos pés quando está deitado, podendo inclusive interromper o sono. 

Existem casos em que feridas aparecem nos dedos dos pés e nas pernas, que não cicatrizam, além de:

  • mudança de cor e queda de pelos da perna,
  • crescimento mais lento das unhas dos pés,
  • pulso fraco nas pernas e nos pés.

Para ter a certeza a respeito da doença, deve-se procurar um médico cardiologista, que através de exames e avaliações, terá condições de diagnosticar o problema e em qual fase ele se encontra.

É possível prevenir?

A doença arterial periférica não tem cura, mas os fatores de risco podem ser controlados, evitando complicações sérias.

Para a prevenção da DAP, algumas ações precisam ser tomadas, tais como:

  • manter o peso,
  • praticar exercícios físicos três vezes por semana,
  • evitar o sedentarismo,
  • controlar a diabetes,
  • controlar a pressão arterial,
  • visitar o médico periodicamente para a realização de check-ups.

Cuidar da saúde é fundamental para a qualidade de vida, onde hábitos saudáveis precisam ser incorporados ao dia a dia das pessoas.

A doença arterial periférica, como visto, inicia-se silenciosamente e avança para situações graves, que podem inclusive levar o paciente a amputação de algum membro, quando não tratada adequadamente.

Por isso, a prevenção precisa ser incorporada ao dinamismo da vida moderna, evitando que problemas sérios venham a causar questões piores no futuro.
Se você deseja se manter saudável e avaliar as suas condições físicas, agende uma consulta e retire todas as dúvidas a respeito da DAP e outros problemas na área da cardiologia, contando com a experiência e conhecimentos da Dra. Fernanda Cristina!